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BENEFÍCIOS DO PLANO DE SEGURANÇA DA ÁGUA PARA EDIFICAÇÕES E INDÚSTRIAS

• Identificar perigos e riscos pertinentes
• Atitude preventiva

• Minimizar os riscos à saúde da água de consumo humano, aspiração e contato
• Plano de ação, melhoria e gerenciamento de riscos

• Envolvimento da operação
• Entendimento do processo
• Proteger contra a alegação de negligência com a água
• Cumprir com a legislação em vigor
• Proporcionar maior controle dos sistemas de água

• Retorno Sobre o Investimento (ROI)

 

A água é essencial para a manutenção da vida no planeta e dessa forma é essencial para nós. Mas mais que isso, além de ser necessária para as nossas funções vitais, ela é também necessária para os mais diversos usos e consumos, ingestão, higiene pessoal e higiene dos ambientes (para o consumo humano) mas também é essencial para processos e atividades como transferência de calor, força motriz, irrigação, processamento de alimentos, recreação, entre inúmeros outros.

 

Contudo, a água também pode representar riscos ao ser humano nas diferentes formas em que ele tem contato com a água, seja pela ingestão, aspiração ou contato. São riscos que são independentes dos usos da água que podem ser tanto biológicos, químicos ou físicos. Tradicionalmente o risco da água sempre foi pensado apenas para os riscos pela ingestão dos sistemas de água potável, porém os riscos à saúde humana podem estar nos mais diferentes sistemas, como por exemplo sistemas de resfriamento que podem possuir alto risco de contaminação por aspiração de gotículas de água contaminadas pela Legionella.

 

Atualmente, com os modernos conceitos de sustentabilidade, o aumento do reuso de água, o uso indiscriminado de fontes, assim como também a frequente constatação da deterioração geral dos mananciais da água e por outro lado, o aumento da complexidade das instalações de água e usos que exigem cada vez um rigor maior em sua qualidade, os problemas de gestão e operação da água e da sua qualidade passou a ser um problema também para edificações (hospitais, shopping centers, hotéis, condomínios empresariais, data centers, indústrias, etc), o que antes era uma preocupação de empresas de saneamento ou de grandes indústrias.

 

Dessa forma, surgiu recentemente no interior da Organização Mundial da Saúde o conceito de Plano de Segurança da Água (PSA) ou Water Safety Plan (WSP). Com a nova complexidade da gestão da água, a verificação passiva dos padrões de potabilidade já não são mais suficientes para um bom gerenciamento da sua qualidade e da sua segurança. Laudos laboratoriais são custosos, pontuais e quando os resultados são emitidos a água já foi consumida e utilizada muitos dias antes.

 

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Um sistema de água segura (seja ele de água potável, de resfriamento, de processo, de efluente, de reuso, etc) é aquele em que a gestão e a operação de sua qualidade não apenas conhece seus perigos e vulnerabilidades, mas a capacidade de agir e corrigir desvios em tempo hábil de não haver consumo de água sem segurança.

 

O Brasil já está inserido nesse processo faz alguns anos culminando com a Portaria do Ministério da Saúde 2914 de 2011 que menciona a obrigatoriedade de se realizar Planos de Segurança da Água no inciso IV do seu artigo 13 em que compete ao responsável por sistema ou solução alternativa de abastecimento de água:

IV – manter avaliação sistemática do sistema ou solução alternativa coletiva de abastecimento de água, sob a perspectiva dos riscos à saúde, com base nos seguintes critérios:

a) ocupação da bacia contribuinte ao manancial;

b) histórico das características das águas;

c) características físicas do sistema;

d) práticas operacionais;

e) na qualidade da água distribuída, conforme os princípios dos Planos de Segurança da Água (PSA) recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) ou definidos em diretrizes vigentes no País;.

 

A SETRI pioneira no Brasil com o PSA, no sentido de auxiliar seus CLIENTES desenvolveu o Plano de Segurança da Água para Edificações e Indústrias (água de consumo humano, aspiração e contato) não apenas para atender à legislação mas também, e mais importante, ter um conhecimento das vulnerabilidades e perigos que o seu sistema apresenta.

 

Visão Geral do Plano de Segurança da Água (PSA):

Todos os sistemas de água da Edificação ou da Indústria são avaliados em seus aspectos e unidades internas (fontes de água, desinfecção, distribuição e pontos de consumo) e os perigos são mapeados em três categorias (risco físico à saúde, risco químico à saúde e risco biológico à saúde) e em quatro aspectos (ingestão, inalação, contato e desabastecimento). Por fim, é sugerido um plano de melhorias para que seus colaboradores, produtos, clientes, visitantes e a comunidade em seu entorno tenham um ambiente mais seguro em razão dos riscos associados à água.

 

Nossa avaliação de risco utiliza-se do método HACPP (método de controle de riscos largamente utilizado nas indústrias alimentícias) e baseia-se nas mais importantes e reconhecidas normas técnicas aceitas mundialmente para gerenciamento dos riscos associados à água como a Organização Mundial de Saúde (OMS/ONU), o Ministério da Saúde,ASHRAE/US, CTI/US, CDC/US, OSHA/US, HSE/UK, EHEDG e o livro Legionella na Visão de Especialistas (www.legionellaespecialistas.com.br)

 

Também oferecemos como forma complementar ao Plano de Segurança um Plano de Gerenciamento da Água, seja potável ou industrial. Por meio de uma equipe qualificada podemos oferecer aos nossos CLIENTES soluções e ferramentas para a gestão da água em diferentes níveis: como qualidade, treinamento dos colaboradores envolvidos, requisitos técnicos para tratamento e para equipamentos por meio de diagnósticos compreensivos, auditorias em fornecedores, de produtos e em serviços além de consultoria técnica e estratégias de retorno sobre investimento (ROI).

 

 

O Plano de Segurança da Água para Edificações e Indústrias desenvolvido pela SETRI atende e complementa os processos de Controle de Qualidade da Indústria de Alimentos e Bebidas no que se refere aos processos internos de Garantia da Qualidade sobre o insumo água (Food Safety).

 

“A forma mais eficaz de garantir sistematicamente a segurança de um sistema de abastecimento de água para consumo humano consiste numa metodologia integrada de avaliação e gestão de riscos que englobe todas as etapas do abastecimento de água, desde a captação até o consumidor.” (Diretiva para a Qualidade da Água para Consumo Humano da OMS, 3ª edição, 2004).